• Redator Ibx

Principais Erros da OGX: Empresa de Eike Batista






Muitos conhecem a história da famosa OGX, empresa de petróleo que se tornaria o maior sucesso de mercado do empresário Eike Batista.


A história remota ao ano de 2008, onde Eike Batista conseguiu realizar o maior IPO da história da Bovespa levantando R$6,71 bilhões.


Esse gigantesco sonho se tornou pauta de diversas discussões, além de diversos processos de acionistas. O que muitos não sabem é a causa da derrocada deste império.



A OGX era apenas um excelente projeto, haja vista que não havia tirado sequer petróleo, de terra ou mar. Muitas eram as dúvidas quanto ao sucesso das operações.

Outro ponto fundamental é em relação ao gás. A exploração também deixou a desejar.

Enquanto isso, o empresário, um tanto quanto otimista, conseguia apoio de outros empresários e emitia títulos de dívida para financiamentos.


O início das operações foi bastante satisfatório. Com o dinheiro de ações e de bom corpo técnico, o resultado seria o sucesso.

E foi.


Em 2011, o empresário Eike Batista já era avaliado como o 8º mais rico do mundo.

O “braço-direito” de Eike, Rodolfo Landim, comandou a estruturação, trazendo diversos executivos e empresários à megaoperação da OGX. Muitos empresários estavam ligados diretamente à Petrobras, e o objetivo era crescer tanto a ponto de se tornar a maior petrolífera do Brasil.


A produção enfim chegou por volta de 2012, mas não foi esperado. O projeto estabelecia cerca de 20 mil barris de petróleo por dia, e a produção estava em 10 mil barris. Isso fez as ações da companhia despencar em 25%. Infelizmente a fraca produção não foi capaz de gerar caixa e pagar as dívidas e os juros.



Como diziam, uma apresentação de PowerPoint que prometia, em outras palavras, que o Brasil se tornaria uma Arabia Saudita no quesito produção de petróleo.

Sem produção, enfrentando reestruturação de dívidas, novos endividamentos, a solução era injetar mais dinheiro em caixa. Em 2013 uma das empresas de Eike pediu recuperação judicial. A construtora naval OSX é um caso um pouco menos grave, mas estava diretamente ligada à petrolífera OGX. Tal pedido de recuperação se deve às negociações infrutíferas com os credores do grupo EBX. O empresário havia deixado de pagar U$45 milhões em juros da sua dívida emitida no exterior, tornando-se inadimplente.




A confiança ficou abalada e a recuperação judicial ou a falência eram inevitáveis. Sem expectativas, o empresário desiste publicamente da empresa, o que gerou indignação aos acionistas e credores.

Com isso, a crise se instalou. Ainda assim, Eike Batista lutou, tentou negociar até o fim. Surgiu um plano de reestruturação com cortes de funcionários e vários processos contra o empresário.

Atualmente, o empresário se mantém longe dos holofotes e responde às ações penais na justiça.

É difícil de prever o futuro da OGX. Ela tenta se reerguer dentro do seu plano de recuperação, o que ainda está longe de se concretizar.


Atualmente, diversas empresas sofrem com alguns dos mesmos problemas do Grupo EBX mas em diferentes proporções. A inadimplência no Brasil ainda é alta e é acompanhada pela falta de informação por parte de credores e investidores por não saberem o contexto completo do destino dos investimentos.

Grande parcela de empresários antigos está sofrendo por falta de atualizações na sua gestão e nos seus controles. Hoje, diversas plataformas, empresas e consultorias como a Ibmex oferecem diagnósticos precisos, análises assertivas e soluções para diversos problemas e cenários empresariais.

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